Claude Code ganha sandbox por comando e avaliação de plugins
Setembro não trouxe modelo novo ao Claude Code, mas trouxe algo que costuma importar mais no dia a dia: controle mais fino sobre o que o agente pode fazer e como verificar o que ele faz.
Permissão de rede por comando
A versão 2.1.271, de 14 de setembro, introduziu allowed_domains por comando em Bash, PowerShell e Monitor no auto mode com sandbox.
A mudança é de granularidade. Antes, liberar rede era uma decisão de sessão. Agora os hosts que um comando específico precisa são revisados junto com aquele comando e abertos apenas para ele — todo o resto é recusado. Um curl aprovado para um domínio não vira permissão geral de saída.
Avaliação reproduzível de plugins
A versão 2.1.269, de 11 de setembro, trouxe o comando claude plugin eval, que roda a suíte de avaliação de um plugin contra o Claude Code e devolve um resultado pontuado e reproduzível, em relatório JSON e HTML.
Para quem mantém plugin, isso fecha uma lacuna conhecida: até então, aferir se uma mudança no prompt melhorou ou piorou o comportamento dependia de impressão.
MCP e memória
A 2.1.274, de 17 de setembro, adicionou CLAUDE_CODE_MCP_STARTUP_WAIT_MS, que limita quanto tempo a primeira execução não interativa espera pelos servidores MCP conectarem — com 0 para não esperar. Útil em CI, onde um servidor MCP lento segurava o início da sessão.
A mesma versão passou a exibir aviso quando o uso de memória fica crítico, com os passos para liberar memória ou reiniciar com segurança.
Skills ociosas
Em 4 de setembro, a versão 2.1.261 trouxe /skill-doctor, que mostra quais skills não estão sendo usadas e quanto custam em contexto. Combinado com a mudança nos limites, é uma ferramenta de higiene: contexto ocupado por skill que nunca dispara é orçamento desperdiçado.